domingo, 18 de dezembro de 2011

Os Vilões do Alisamento 2ª Parte: Glutaral

O sonho de se ter um cabelo liso não acabou só que é preciso ter cuidado.

Como visto no artigo anterior, o Formol não está só, o glutaral ou glutaraldeído vem fazendo a cabeça das mulheres que buscam o alisamento e de cabeleireiros como o Erasmo que expressa sua opinião sobre o assunto "glutaral ou formol são quase a mesma coisa , eu nunca vi nimguem morrer por causa destes elementos a anvisa nunca provou nada só enche o saco dos profissionais com conversas evasivas que não levam a nada...." Fonte InForum - 16/04/2009 De: Erasmo Belmiro Florencio.
Como o Erasmo existem tantos outros, cabe a nós mesmas nos proteger.

O couro cabeludo é uma região muito vascularizada e absorve bem qualquer substância ali aplicada, o glutaral é considerado 10 vezes mais tóxico em relação ao formol, podendo causar de uma simples coceira no couro cabeludo até desenvolver um câncer, ou em alguns casos à morte, a chamada pneumonia química, devido à inalação.

Segundo a ANVISA o glutaral é conservante e não um alisador, e só pode ser usado nos cosméticos na concentração máxima de 0,1%. Vem sendo usado como "alisador" e empregado em maior quantidade, o que por lei é proibido. A Vigilância Sanitária Municipal (RJ) que fiscaliza estabelecimentos comerciais, informou que vai intensificar ações contra formol e glutaral. O salão e o profissional cabeleireiro são igualmente responsáveis pelo uso indevido do produto. O estabelecimento pode ser fechado.

Cerca de dez pessoas são atendidas por semana no Instituto do Cabelo (SP) com problemas relacionados ao alisamento, segundo o tricologista Luciano Barsanti, presidente da Sociedade Brasileira de Tricologia. (Fonte Portal do Consumidor). Ele conta que são homens e mulheres com complicações capilares, diz ainda que o glutaral é o novo formol "Já internei paciente com queimadura de 3º grau no couro cabeludo. A queimadura leva à infecção e, em alguns casos, a região jamais terá cabelo".

O formol e o glutaral quando aquecidos se tornam um gás tóxico, que será facilmente inalado tanto pelo cabeleireiro como pela cliente. O que vejo nos salões e relatado por alunas e tricopacientes, dentre as tantas e inúteis tentativas de proteção é o profissional usando máscaras de tecido, como se um pano pudesse impedir a passagem de um gás, que penetra de forma rápida na fibra capilar danificando-a internamente. Ou mesmo o uso de luvas utilizada no momento da aplicação, logo retirada para a escovação dos cabelos, dentre outras. Tudo isso seguido muita das vezes de higienizações (lavagens) feitas de maneira incorreta e sempre com muita pressa, porque na maioria dos salões, tempo é dinheiro.

Continua...

Luzia Couto Profissional Tricologista Clínica
Iridóloga e Naturopata Capilar.
 


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