sábado, 18 de junho de 2011

Este alerta está colocado na porta de um espaço de saúde.


O resfriado escorre quando o corpo não chora.

A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.

O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

O diabetes invade quando a solidão (falta de doçura) dói.

O corpo engorda quando a insatisfação aperta.

A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.

O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

O peito aperta quando o orgulho escraviza.

O coração infarta quando chega a ingratidão.

A pressão sobe quando o medo aprisiona.

As neuroses paralisam quando a "criança interna" tiraniza.

A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

O plantio é livre. A colheita, obrigatória.

Imagem: http://coisasdeanacristina.blogspot.com
Texto: Recebi por e-mail 


Luzia Couto Profissional Tricologista Clínica
Iridóloga e Naturopata Capilar.
 


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